Seleção Nacional já está em Copenhaga para os Mundiais de Estrada

FPA Geral Notícias

17 Set, 2026
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A comitiva que vai representar Portugal nos Campeonatos do Mundo de Estrada já se encontra na capital dinamarquesa, depois de terem saído do país dois grupos, um do Porto e outro de Lisboa. A prova arranca já este fim-de-semana, com seis atletas portugueses em ação na meia-maratona de domingo.

A seleção nacional junta-se assim ao grupo de países que já carimbou presença em Copenhaga para a segunda edição destes Mundiais, competição distribuída por um fim-de-semana que decide três títulos: a milha, os 5km e a meia-maratona.

Portugal aterrou na escandinávia com a maior delegação de sempre para este evento — por enquanto cinco atletas, mas que serão seis, três em cada género, todos inscritos na meia-maratona. É um salto considerável face à edição de estreia, em Riga’2023, quando o país teve apenas um representante.

No grupo feminino estão Mónica Lopes Silva, Salomé Rocha e Susana Godinho Santos, esta última a chegar a Copenhaga com o melhor registo sazonal das três. Do lado masculino seguem Miguel Borges, Rui Pinto e Samuel Barata — recordista nacional da distância e único do grupo com experiência nesta competição, depois de ter representado Portugal, sozinho, em Riga.

A meia-maratona feminina arranca no domingo às 8:10h (hora de Portugal continental), seguindo-se a masculina às 8:45h, num percurso que atravessa o centro histórico de Copenhaga, com chegada junto ao Parken.

Desde que chegaram à Dinamarca, os atletas já puderam treinar e conhecer uma parte da cidade, ganhando sensibilidade ao piso, às curvas e a pontos-chave da prova. Essa familiarização com a capital dinamarquesa é vista pela equipa técnica como uma vantagem extra na preparação final, sobretudo para os atletas que pisam pela primeira vez este palco mundialista.

Declarações de Paulo Guerra, Team Leader da seleção

“Chegámos a Copenhaga com o grupo em boas condições e focados no que temos pela frente. É uma delegação jovem em termos de experiência nesta prova, que apenas vai na segunda edição, mas com atletas que têm mostrado bons registos ao longo da época, e isso dá-nos confiança. Levar seis atletas a estes Mundiais, contra apenas um em Riga, mostra o crescimento do nosso meio-fundo e fundo nos últimos anos, além do apoio que a FPA tem dado. Vamos com objetivos individuais bem definidos, sem perder de vista que representar Portugal nesta escala já é, por si, um feito enorme.”

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